terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Na realidade eu nem sei o que eu vi em você, não sei como foi, nem quando foi, só foi. É bem estranho falar de uma pessoa que a gente nunca irá encontrar? Eu acho que sim, mas mesmo que seja, eu não me importo. 
Foi na nossa primeira conversa? Foi no seu primeiro "tchau"? Foi no seu primeiro "eu te amo"? Não faço ideia, quando eu vi, já era você, já não podia mudar isso, na realidade eu nem queria. Quando você apareceu, eu só achei que seria mais um que não lembraria de mim no outro dia, mas não, foi bem mais que isso, foi muito mais. Os dias iam se passando, os minutos pareciam segundos, a cada conversa eu ia sorrindo mais, mais e mais, até que o coração foi disparando, as mãos soavam e a necessidade de falar com você ia aumentando. Quem derá, eu que disse que "nunca" mais iria me apaixonar por alguém, estava se apaixonando. 
Mas, quando você me disse "eu to indo, um dia eu volto...", meu mundo se desmoronou, na realidade, eu fiquei inquieta, eu não queria isso de forma alguma, eu queria você cada vez mais perto, a cada minuto eu queria mais 20, a cada hora, queria mais 10, era assim, eu já não imaginava ficar um dia sem falar contigo, de maneira alguma. Exagero? Talvez até seja, mas quem já passou, ou passa por isso me entende, perfeitamente. Já que eu não te tenho perto, não tenho seus braços pra me abraçar, seus olhos pra dizer o quanto eu amo você, sua boca pra te ver sorrindo, essa é a única maneira que eu encontro pra te mostrar o quão especial você se tornou pra mim, mesmo que seja em pouco tempo, mesmo que seja em só alguns meses. 
"Vou pedir aos céus você aqui comigo..."
"Vou jogar no mar, flores pra te encontrar..." 
"Não sei porque você disse Adeus, não sei..."

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